Este é o Blog da disciplina de Conteudo e Metodologia do Ensino de Matemática - Universidade Estácio de Sá. Contribua para o seu enriquecimento e construção com seus comentários a respeito dos temas de discussão nas aulas, questões envolvendo o ensino e a aprendizagem da matemática e a formação do professor que ensina matemática nos anos iniciais. Seja bem vindo!
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Vamos jogar com as frações?
Experimente jogar utilizando as frações como desafio!!!
Vamos disponibilizar os videos produzidos pelos alunos da disciplina de Conteúdo Metodologia e Prática do Ensino da Matemática:
Neste endereço: https://youtu.be/uXACHpYoEdM?t=30
você encontra a produção de BRUNA LIMA FREIRE. Parabéns Bruna!!!!
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7 comentários:
Aluna: Cristiane Paiva Lima
Matrícula: 201401253032
O lúdico como alicerce do ensino da matemática.
Aprender matemática é fundamental para estar inserido na sociedade. Lidar com dinheiro, tirar medidas, adquirir um pensamento abstrato são um dos fatores que nos aponta o quanto é importante essa disciplina. No entanto é totalmente necessário que esse aprendizado que é tão fundamental para nosso dia a dia seja dado através do lúdico. Motivar os alunos é uma das premissas principais do professor, sendo assim o jogo vem de encontro com esse objetivo. É preciso um ensino transformador que instigue o aluno, dessa forma a brincadeira e o jogo servem de instrumento para uma aula que a aprendizagem significativa seja alcançada. Cabe ao professor através da pesquisa utilizar desse recurso e assim despertar o interesse dos alunos. Apesar de ser importante se decorar a tabuada, só isso em si não será suficiente, pois entender é a melhor maneira de alcançar a aprendizagem verdadeira. O algoritmo é um facilitador, mas não é o que trará o entendimento da adição e subtração. Reformular o ensino é fundamental, não cabe mais aquele ensino tradicional à que minha geração foi submetida. O uso do concreto e pensar em um plano de aula voltado para instigar o aluno a querer aprender são o melhor caminho para o professor guiar o aluno para a cidadania.
As atividades lúdicas (jogos, brincadeiras, brinquedos...) devem ser vivenciadas pelos educadores. É um ingrediente indispensável no relacionamento entre as pessoas, bem como uma possibilidade para que afetividade, prazer, autoconhecimento, cooperação, autonomia, imaginação e criatividade cresçam, permitindo que o outro construa por meio da alegria e do prazer de querer fazer e construir.
Quando crianças ou jovens brincam, demonstram prazer e alegria em aprender. Eles têm oportunidade de lidar com suas energias em busca da satisfação de seus desejos. E a curiosidade que os move para participar da brincadeira é, em certo sentido, a mesma que move os cientistas em suas pesquisas. Dessa forma é desejável buscar conciliar a alegria da brincadeira com a aprendizagem escolar.
Caminhos de aprendizagem
Vale salientar que o aspecto afetivo se encontra implícito no próprio ato de jogar, uma vez que o elemento mais importante é o envolvimento do indivíduo que brinca.
Ensinar Matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Nós, como educadores matemáticos, devemos procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem, desenvolver a autoconfiança, a organização, a concentração, estimulando a socialização e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas.
O uso de jogos e curiosidades no ensino da Matemática tem o objetivo de fazer com que os alunos gostem de aprender essa disciplina, mudando a rotina da classe e despertando o interesse do aluno envolvido. A aprendizagem através de jogos, como dominó, quebra-cabeça, palavras cruzadas, memória e outros permite que o aluno faça da aprendizagem um processo interessante e divertido.
Analisando as possibilidades do jogo no ensino da Matemática, percebemos vários momentos em que crianças e jovens, de maneira geral, exercem atividades com jogos em seu dia a dia, fora das salas de aula. Muitos desses jogos culturais e espontâneos, apresentam impregnados de noções matemáticas que são simplesmente vivenciadas durante sua ação no jogo.
O desenvolvimento do projeto Matemática e ludicidade buscou envolver os educandos nas brincadeiras, jogos e desafios apresentados e construídos. Os vários conteúdos matemáticos trabalhados de forma lúdica e prazerosa com os alunos do Ensino Fundamental (6º ao 9º anos) do Colégio Municipal Aurelino José de Oliveira (Candiba, BA) tiveram grande relevância. Os alunos perceberam que é possível aprender Matemática de forma lúdica, recreativa e divertida, tendo maior aprendizagem em relação aos conteúdos estudados, bem como contribuindo para o aumento da criatividade, criticidade e inventividade no ensino da Matemática.MATRICULA 201002075386
Aluna: Márcia Carla Bastos da Silva
Matricula:201305061268
O uso de jogos no ensino de forma geral e em particular na Educação Matemática,vem mostrando que veio para ficar de vez, pois essa dinâmica vem sendo aplicada no dia-a-dia das escolas. Diante deste cenário preocupante em que vivemos, com os baixos índices de aprendizagem na disciplina de matemática, os educadores estão inserindo atividades que tornam o aprender de uma forma simples, lúdica,a brincadeira é prazerosa e informativa. O jogo possibilita aos alunos desenvolver a capacidade de organização,análise, reflexão e argumentação, uma série de atitudes como: aprender a ganhar e a lidar com o perder, aprender a trabalhar em equipe, respeitar regras, entre outras.
O futuro professor precisa compreender que a matemática não se reduz à simples mecanização de procedimentos de cálculo, tendo em vista que é fundamental que a metodologia aplicada favoreça a aprendizagem e para que seja realizada com bom desempenho é essencial a interação e mediação do professor.
Carla Cristiane da Cruz Matos
Matricula: 201202287931
O aprendizado se torna mais prazeroso com atividades lúdicas, onde o aluno aprende desenvolvendo e criando seu próprio conhecimento com o apoio do professor. Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações. Dando o aluno recursos de desenvolver a atividade com prazer.
Foi criado com os alunos um jogo muito interessante, onde foi trabalhado atenção, criação, percepção em cima de sua criatividade. Jogo da memoria com papelão, papel cartão coloridos, revistas com figuras e números.
Os alunos criaram um jogos da memoria.
Trabalhamos quantidade e fixação dos números.
Muito interessante trabalhar matemática de uma maneira prazerosa,jogos e brincadeiras e uma outros materiais que possibilitam a aprendizagem do aluno.
Um exemplo;
O uso do Material Dourado é importante porque as relações numéricas abstratas passam a ter uma imagem concreta, facilitando a compreensão, o desenvolvimento do raciocínio lógico e um aprendizado bem mais agradável.
O primeiro contato do aluno com o material deve ocorrer de forma lúdica para que ele possa explorá-lo livremente. É nesse momento que a criança percebe a forma, a constituição e os tipos de peça do material.
Ao desenvolver as atividades o professor pode pedir às crianças que elas mesmas atribuam nomes aos diferentes tipos de peças do material e criem uma forma própria de registrar o que vão fazendo. Seria conveniente que o professor trabalhasse durante algum tempo com a linguagem das crianças para depois adotar os nomes convencionais: cubinho, barra, placa e bloco.
O material dourado destina-se a atividades que auxiliam o ensino e a aprendizagem do sistema de numeração decimal-posicional e dos métodos para efetuar as operações fundamentais (ou seja, os algoritmos). Baseado nas regras do sistema de numeração, o material dourado serve como ferramenta de acesso para a aprendizagem das quatro operações matemáticas fundamentais: adição, subtração, multiplicação e divisão.
O material dourado é estruturado da seguinte maneira:
- 1 cubinho representando a unidade;
- 1 barra representando a dezena;
- 1 placa representando a centena;
- 1 bloco representando o milhar.
Decompondo cada componente do material, podemos observar que:
- 10 cubinhos da unidade representam 1 barra da dezena;
- 10 barras da dezena representam 1 placa da centena;
- 10 placas da centena representam 1 bloco do milhar.
Através de diversas e possíveis associações, o aluno pode efetuar cálculos matemáticos efetivando, aos poucos, a transição do modelo aritmético para a atividade concreta, criando assim a noção do sistema de numeração decimal, sendo esse um dos pontos de partida para a construção do conhecimento matemático que a criança desenvolverá com o passar do tempo.
Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/construindo-uma-nova-visao-da-matematica-com-o-material-dourado/132949/#ixzz4JDTSE2iy
Postado por Marcelo de Lima,
A tabuada como recurso para o ensino
Na realidade pela tabuada proposta o idealizador a utiliza com a finalidade do jogador chegar ao gol, onde este seria o objetivo final, para tanto, é necessário passar pelas casas das tabuadas escolhidas e fazer os cálculos rápidos de multiplicação e divisão.
Inúmeras são as situações do dia a dia que exigem cálculos rápidos para se resolver problemas do cotidiano da vida das pessoas e da vida escolar. Por isso se faz necessário oferecer aos alunos situações de aprendizagem, a fim de que possam interagir e memorizar a tabuada de forma dinâmica.
Porém, antes de apresentar a tabuada para os alunos para memorização é necessário trabalhar o processo de sua construção. Não se pode exigir que os alunos repitam a tabuada “de cor” sem que tenham entendido o significado do que estão recitando. A noção de número, os cálculos, os fatos fundamentais e o sistema de numeração precisam ser construídos e compreendidos. Só depois de compreendidos os fatos fundamentais é que os alunos devem, aos poucos, memoriza-los por meio da tabuada.
A necessidade de memorização justifica-se pela necessidade de, ao explorar novas ideias matemáticas o aluno não perca tempo construindo a tabuada, fazendo contas ou contando nos dedos, desviando sua atenção das novas ideias que estão sendo trabalhadas. Ou seja, a memorização da tabuada precisa ser precedida pela compreensão de sua construção.
06 de Outubro de 2016 22:15
Brincando com os números!!!
Matemática se aprende brincando, no dia a dia. Se prestarmos bastante atenção, podemos observar que em tudo vemos a matemática, num formato de uma janela, de uma mesa, em um brinquedo, em um alimento etc.
Vivemos em um mundo de números quer ver... Que dia é hoje... 18 de setembro. Qual dia da semana... Que horas agora... e assim caminha no supermercado o preço dos alimentos, quanto devo pagar, o troco etc.
E a tabuada nada mais é do que a junção desses números seja através da adição ou da multiplicação que podem ser lançadas através de situações do dia a dia, situações em sala de aula, chegando a se transformar em probleminhas inserindo as operações de adição e multiplicação.
A noção de n´meros tem que ser construídos e compreendidos. É através de materiais concretos como tampinhas de garrafas, palitos de picolés, explorando jogos e situações diversas que os alunos poderão aos poucos construir e registrar os fatos fundamentais que compõem a tabuada.
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